quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

...e que toda escolha é uma forma de renúncia - continuação e fim

Bom, ontem não consegui dormir direito e enquento ficava rolando na cama eu pensei no por que a renuncia e a escolha parecem ser a mesma coisa quando na verdade não são. Bom, me parece inconcebível que sejam a mesma coisa, mas o grande segredo de uma discussão é começar assumindo que a verdade está desde já nas pontas dos seus dedos, ali, brincando com o seu mouse e tomando do seu café (isso se vc não o derrubou na sua roupa, como o fiz hoje rsrs)

Ontem me veio uma explicação de por que isso tudo acontece: a renuncia e a escolha, por mais distintas que sejam, acontecem sempre simultaneamente. Isso faz com que, embora não sejam idênticas, elas sejam indissociáveis, o que torna mais difícil de vê-las separadamente. Talvez, para tanto, precisássemos de um grande colisor de escolhas , observar o resultado num detector e ver como isto tudo se dissocia em partículas de renúncia, particulas de bom senso, particulas de falta do que fazer, partículas de vá para a direita, vá para a esquerda... ciência de verdade.

Logo, a escolha e a renuncia sempre vão parecer a mesma coisa aos olhos dos homens, embora elas estejam sempre juntas somente por suas naturezas, não por serem idênticamente uma mesma coisa.


Acho que é assim que termina

=)


ps: quanto à  foto, trata-se um experimento do colisor de hádrons. No nosso novo colisor, os experimentos dariam resultados semelhantes..ao menos visualmente.
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