sexta-feira, 12 de março de 2010

"Resolução da conjectura de Poincaré inaugura um novo ciclo da era de aquário"

Olá, digníssimos leitores. Um bom dia nessa manhã ensolarada, com beija-flores brincando enquanto voam, crianças sorrindo e correndo, filas no metrô, teoremas, filmes, e mais teoremas

Estava andando hoje, vendo essas coisas que citei acima e pensando em boa parte disso tudo, quando vi que na verdade eu estava andando parado...ou mesmo parado com a sensação de estar andando - algo concomitante, uma mistura dessas duas sensações absurdas; tantas dúvidas, tantas coisas para se pensar e decidir... ouvi o barulho do vento que soprava no meu ouvido e fazia aquele som dos lábios quando tiram som de garrafas. No exato momento que eu senti isso, eu me senti camuflado no mundo que me cerca. Não camuflado, por que algo que se camufla não deixa de ser outra coisa senão si mesmo com outra roupagem; eu me senti uma parte do todo que está ao meu redor: minha presença era insignificante para o resto; por outro lado o resto tbm, me era irrelevante. Tem um cara que fala disso num texto, depois eu acrescento um trecho aqui.

Ok ok, isso de fato não me ajudou em nada e eu continuo cheio de dúvidas... mas eu queria contar pra vcs

=)

ps: acho que ando lendo muito Rilke, inclusive que o texto citado é dele

ps2: o título do post é uma brincadeira com aquelas pessoas que te conhecem, vcs vão levando aquela puta conversa interessante, qdo a pessoa  emenda uma das célebres perguntas: "qual é o teu signo?", "qual é o seu ascendente?" ... tô meio chato hj =P... essas pessoas no geral fazem uns comentários estranhos sobre ciência, ao que eu inventei o título de hj
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