quarta-feira, 31 de outubro de 2012

terça-feira, 2 de outubro de 2012

A arte da guerra - definições estratégicas ( diante de um toy model: as drosófilas)


Aconteceu no começo da semana passada: estava no centro médico da universidade qdo, dentre os mil panfletos que estavam numa prateleira - meningite, tpm, dor de cabeça, sinusite etc- havia um escrito:

" Tudo oque vc deveria saber sobre dsts"

(doenças sexualmente transmissíveis). Nele, havia uma frase: "como evitar dsts". Logo abaixo, vinha escrito

i) não faça sexo;
ii) tenha somente um(a) parceiro(a) fixo(a) e use preservativo.

Estranhamente - admito - pensei no drama pelo qual a casa branca passa agora: as drosófilas, vulgarmente conhecidas como "mosquitinho da banana". Numa tragada de ar junto com uma reflexão profunda, ponderei: a chave para me livrar delas seria parar de comprar bananas =P Achei isso bem digno da filosofia "política externa norte-americana". Mas não, não era ali que estava a solução para as minhas mazelas. Por sorte, uma luz me veio mais tarde, nesta mesma semana; mencionaram numa conversa, nunca havia lido, apesar de já ter ouvido falar:

[bla bla bla]

...a arte da guerra...

[bla bla bla]

"

Decidi lê-lo. E me parece que a coisa toda é um guia de estratégia militar, que tem sido usado no século atual para guiar altos executivos em suas carreiras, pessoas procurando conquistar o mundo etc. Não sou um alto executivo, nem um grande matemático hahaha mas resolvi usar o livro para coisas "menores": dar cabo desses meus inimigos voadores. Enfim....não sei bem como elas chegaram neste lar, mas sei que elas adoram as bananas orgânicas que eu trago do supermercado nos finais de semana. Veio então a primeira pergunta: porque logo as bananas, e não as beterrabas ou os kiwis, ou...?







Isso se dá por que as bananas estão longe da perfeição humana (oque não deixa de ser sorte delas), não podendo assim espantar as moscas que lhes perturbam por terem braços curtos e, acima de tudo, serem um tanto vesgas.










Resolvi começar esta batalha lendo o prefácio do livro e lendo na wikipedia um pouco mais sobre este inseto horrível que tanto me perturba... mas o prefácio do livro era muito grande e resolvi logo começar a guerra de vez já no capítulo 1, no qual encontrei estas sábias palavras ( que, por sinal, acabaram nuns post-its colados pela minha casa):

Leadership is a matter of intelligence, trustworthness, humaneness, courage and sternness.

Reliance on intelligence alone results in rebelliousness. Exercise of humaneness alone results in weakness. Fixation on trust results in folly. Dependence on the strength of courage results in violence. Excessive sternness of command results in cruelty.
 
Achei as palavras acimas incrívelmente interessantes e bonitas. Outros aspectos - um tanto mais práticos, digamos -  também são discutidos neste capítulo.  Procurei me ater a eles para começar a batalha. Certamente,  como líder e soldado num exército de um homem só não tenho que me preocupar com alguns aspectos do que é dito no livro, mas pude depreender de partes como

A military operation involves deception. Even though you are competent, appear to be incompetent. Though effective, appear to be innefective.

que talvez eu tenha que despistá-las...talvez comprando mais bananas e deixando-as beeem maduras  na fruteira. Há outras igualmente interessantes, mas não tenho muito tempo pra postá-las aqui agora.

Que merda...acho melhor ler este capítulo de novo. Quando chegar no seguinte eu envio um relato pra vocês, queridos leitores, diretamente do front.