sábado, 19 de janeiro de 2013

Mar sem fim e isótopos de saudade

Toda vez que eu viajo pro Brasil eu venho aqui e posto algo. Dessa vez não havia nada muito "relevante" para ser dito: sempre é aquela dor de ir sozinho pro aeroporto e ficar lá na sala de embarque com meus isótopos de saudade com meia vida infinita...saudade que parece não arrefecer um palmo mesmo depois de mais uma visita.

Uma coisa que sempre me passa pela cabeça é "como foi que eu tive coragem de fazer isso"? Me admiro por ter vindo sem saber direito pra onde estava indo (só sabendo o nome de duas pessoas com as quais deveria falar: meu então orientador e a secretária do departamento de matemática).

Por estes dias uma amiga recomendou este documentário do Amyr Klink, do qual posto o trecho que acho mais incrível, que descreve muito bem oque se passa comigo quando penso no assunto.




Espero que vocês curtam =)

[postarei o link pro documentário nos comentários]
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