sábado, 23 de outubro de 2010

Roda/mundo

To meio puto hj. Meio não, mto puto!

Sai da fac agora a noite à noite e o que aconteceu? Adivinha?  A porra do pneu saiu do lugar, travando a roda!!! Tive que voltar à pé, o que o fiz da maneira mais calma possível. Só faltava ter chovido. Aí era caso de tomar banho de sal grosso! Mas tirando essa parte do azar, foi algo medievalesco o que eu vivi hoje. Por que a gente não nasce com rodas?  De que nos vale:

ipod's + viagem à lua + calculo estocástico + projeto genoma+ diabo verde

 se eu ainda ando à pé? É tudo inutilidade e uma grande farsa! A gente não evoluiu nada, pelo visto!!!

Mas toda essa história me fez lembrar de um desenho mto foda: "Das rad" - a roda, se não me engano. Que fala sobre a evolução, a roda..etc


Das Rad (The Wheel) from myloo on Vimeo.


Bom desenho pra vcs (tem alguém aí, por sinal? )! Aproveitem!

=|


ps: eu já não postei esse vídeo aqui?

4 comentários:

Livia Vargas disse...

Cara, esse filme é GENIAL. Me atrevo a dizer, o melhor que eu vi por aqui. Impressionante a visão de como seria o mundo pela perspectiva de uma pedra!

obrigada por compartilhar!

Babi Rodrigues disse...

"Sou bailarino, gira-mundooooo, poeta sem endereçooooo, assustado e vividooo..."


E você não era o que gostava de andar também?

Petelecos!

Rafael disse...

Po... gosto, pero no mucho hahaha ainda mais agora, com bicicletas por todos os lados

Piparotes!

(rá...quero ver vc bater essa =)

Rafael disse...

Lívia,

o filme é mesmo genial. A visão de mundo da pedra que eles dão é muito impressionante, pq eles relativizam muito a forma como o tempo passa pra gente e como passa pros dois homens pedra que conversam. Acho legal tbm ver o quanto a gente parece evoluir e estar sempre andando em uma direção quando, na verdade, estamos andando em círculos. Acho que o termo ''wheel'' do título quer dizer bem isso: que dizer de uma sociedade que se diz evoluída, mas onde pessoas ainda morrem de fome, onde ainda há guerras, genocídios? Isso é evoluir?

Talvez seja como a Elis canta: '' ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais"... talvez, mais ainda, como nossos avós ( ou além)