sábado, 2 de junho de 2012

Dos labirintos e fios de Ariadne



Quando se tem que entrar num labirinto, preocupa-se não somente em encontrar oque se busca, mas mto em como sair dali.




A tática de joão e maria é falha pois os mendigos, mesmo na disney, aos montes existem e comem as migalhas que os viajantes deixam no chão para marcar seu caminho... já não existem pássaros, pois a mesma fome forçou os mendigos que hoje se alimentam de migalhas a comê-los... a solução pode ser amarrar-se a uma corda que lhe puxe pra fora dali.  A este fio dá-se o nome Fio de Ariadne. 

O fio por si só é matéria, mas é mais que isso, pois é como um cordão umbilical que te liga ao mundo e de onde vem alimento e força... não passa nada pelo qual senão a sensação de liberdade... um escafandro... pelo qual se respira: as paredes do labirinto são como um mar - quando dentro, não se pode ver muito longe.  



Cada ser humano tem o próprio fio e o carrega consigo: um que lhe faz voltar pra casa... um que garante, no meio do desvario e dos becos sem saída pelo mundo, que caminho outro não há senão virar e voltar pro lugar de onde se começou.... um fio que te assegura, quando perdido no que um dia foi vida,  o regresso ao que um dia fora essência... ao que talvez possamos chamar de luz.  
Os fios de Ariadne tbm embolam, dão nós não desatáveis /NdesÃtávOeis,  se emaranham/nhamerama... mas dizem que nunca se rom - pem. A cada um cabe, qdo perdido, lembrar de tatear seu corpo e encontrá-lo: deste momento em diante o caminho de volta -por mais longo que seja - está ao alcance das mãos e no muito trabalho dos pés. 





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