sábado, 15 de dezembro de 2012

O relógio parou ( ou "migração em prosa")

A tarde que não passa traz no céu um monte de pássaros que já migram pro sul tbm. Me acordam e me fazem lembrar do que é fugir do frio, do que é ir atrás do calor, do que é voltar, do que é casa, do que é estar longe, do que é vir pra perto, do que é criar asas pra voar pelo mundo... voltar para os meus, comer pão de queijo, pão de mel, assistir filme dublado... Recentemente, acabei por filmar alguns, ao ser acordado logo pela manhã pela barulheira que eles faziam nas árvores à frente da minha janela



Assistia muito isso quando era criança e sempre achava curioso os desenhos falarem desses pássaros. Acho que ainda não me dava conta do tamanho do mundo (que, muitas vezes, também pode parecer pequeno).






Consulto o relógio mesmo... parece que o tempo não passa ( isso me lembra dessa musica dos mutantes)



É estranho mesmo: os dias parecem se estender infinitamente, minhansiedadilatando um tanto, fermenta minhalma, e fervura, fervuro. Teletrasportar-me assim iria, antes gostaria, de ir pra lá, terra brasilis... ao mesmo tempo que é uma coisa tão esperada é tbm como um ...sei lá... melhor eu parar com isso e ir arrumar minha mala




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